FALSOS CONDOMÍNIOS: UM NOVO WAY OF LIFE BRASILEIRO TRESLOUCADO (*)

falsos condomínios, Vítimas dos falsos condominios | 25 de maio de 2011 | Envie para um amigo

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BI-TRIBUTAÇÃO

Pedimos ao Estadão que denuncie a bi-tributação espúria, onde um morador de bairro urbano é obrigado a pagar por serviços que não quer, não contratou, não pediu, não autorizou, uma vez que já paga por elas ao Estado, Associações promovem um constrangimento ilegal contra um morador que não concorda em submeter-se ao jugo da ilegalidade de ter de pagar taxa para nada. As associações viram neste segmento, um meio de enriquecer e extorquir os moradores de bairro urbano de forma ilícita. Pela Lei, uma associação filantrópica deve subsistir com doações e contribuições de seus associados e não cobrar por serviços prestados. Associação não é empresa prestadora de serviços; não recolhe impostos; associações são isentas por lei. Ninguém é obrigado a se associar nem a pagar por um serviço que não contratou. O cidadão já paga tributos. Seria um empobrecimento ilícito. As taxas de manutenção criadas por associações de moradores, não podem ser impostas a proprietário de imóvel que não é associado, nem aderiu ao ato que instituiu o encargo,  e se FECHAREM A PRAIA DE COPACABANA, como fizeram na BAHIA ? pescadores denunciam abusos. http://bit.ly/hEVw38

 

GUARITAS  E CANCELAS

Ruas bloqueadas com cancelas e guarita. Entrada e saída de pessoas e veículos controlada. Há cerca de três anos, o bairro Ouro Velho, em Nova Lima, foi transformado em condomínio fechado por uma associação comunitária. O problema é que grande parte dos moradores e frequentadores não concorda com a mudança, e alguns já sofreram ameaças e até agressões. O assunto foi parar na Justiça e nesta terça (19) foi tema de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor. Especialista em estudos da criminalidade DENUNCIA abusos praticados por falsos condominios em MINAS GERAIS e BRASIL . http://t.co/ih8I3YY

 

LENIÊNCIA DO PODER PÚBLICO PRIVATIZA ESPAÇO PÚBLICO

A Constituição Federal de 1988 garante a todos os cidadãos brasileiros independentemente de classe social, cor, sexo, idade ou orientação religiosa, o direito a dignidade, o direito ao trabalho, ao lazer e a transitar livremente em território nacional sem serem constrangidos. Esses direitos estão seriamente ameaçados e sendo negados em alguns casos pela ganância, desrespeito às leis, desrespeito a Constituição Federal e abuso de poder por parte de empresas de seguranças e associações de moradores de loteamentos irregularmente fechados que se auto-denominam “condomínios” para auferir direitos que não possuem sobre propriedades de uso comum do POVO. O mercado imobiliário e as empresas de segurança privada perceberam um rentável filão no adensamento desses condomínios. A partir de então, investimentos maciços de toda ordem começaram a regular, discricionariamente, esse novo setor da vida urbana. A leniência do poder público em regular esse novo tipo de organização social, somada à conivência com certos interesses pouco confessáveis ,propiciou uma verdadeira privatização da vida e do espaço público em muitos desses locais.

(*) Comentários publicados no jornal “O Estado de São Paulo”.

 

 

 

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Comentários:

3 comentários sobre “FALSOS CONDOMÍNIOS: UM NOVO WAY OF LIFE BRASILEIRO TRESLOUCADO (*)”

  1. Cid Velloso em 26 de maio de 2011 10:16

    Massote:
    O movimento contra os falsos condomínios realmente está em todo o país, conforme se percebe pelos artigos publicados em seu Blog.
    Vou participar com uma contribuição para o material do trabalho político.
    Um abraço do
    Cid

  2. Felipe Porto em 6 de junho de 2011 17:26

    Conte conosco aqui em Brasília! http://www.anvifalcon.com.br (Associação Nacional das Vítimas de Falsos Condomínios).

  3. Antônio em 5 de novembro de 2012 21:56

    Excelente máteria, bastante exclarecedora. Aqui no Rio, em um falso condomínio que se intitula “condomínio residencial girassol na estrada do Mendanha, Bairro de Campo Grande, RJ, a milícia tem cnpj, conseguido atravês da criação de uma associação de moradores que oprime com os dizeres “quem não pode pagar, se muda”…tudo com o conhecimento e parcimônio da sub-prefeitura que recebeu inúmeras denúncias quanto as ruas fechadas, muradas e com portões e cancelas e nada faz. O MP também tem conhecimento, há mais de 3 anos e mantem-se inerte. O constrangimento inclusive com horários de entrada de pessoas em nossas casas, visitas, entregas e quanto a ter ou não animais em casa. Quem pode com a MILÍCA COM CNPJ???

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